domingo, 20 de agosto de 2017

Mapeamento das abelhas sem ferrão de Arceburgo/MG - Ponto numero 9

Ponto 9

Chácara CB - Estrada JLM

Caga-fogo, Tataira
Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863) 


Identificação feita pelos amigos do grupo ABENA.



Alojada na beira da estrada neste tronco de uma árvore nativa.

Para que possamos conhecer as espécies de abelhas sem ferrão -ASF - existentes na natureza em Arceburgo/MG, estamos realizando este mapeamento. Trabalho este que servirá para inventário da nossa cidade, do estado mineiro, do Brasil...saber o numero de espécies, onde constroem seus ninhos, etc.


No ponto numero 1 
Borá
Tetragona clavipes

No ponto numero 2 
Mandaguari
Scaptotrigona postica


No ponto numero 3 
Abelha boca de sapo

Partamona helleri


No ponto numero 4 
Tubuna
Scaptotrigona bipunctata

No ponto numero 5

Borá
Tetragona clavipes

No Ponto 6
Tubuna;
Scaptotrigona bipunctata

No Ponto 7

Jataí
Tetragonisca angustula

No Ponto 8

Tuiuva, tujuba

 Melipona mondury, Smith,. 1863


No Ponto 9
Caga-fogo, Tataira
Oxytrigona tataira tataira (Smith, 1863) 

Portanto agora já são 7 espécies identificadas na natureza, porém são 10 enxames, porque no ponto 2 são dois enxames numa mesma árvore.

Resumo das espécies:
Borá.......................2.
Mandaguari............2.
Tubuna.................. 2.
Boca-de-sapo........1.
Jatai.......................1.

Tuiuva, tujuba........1.

Caga-fogo............  1.

Total...................... 10

Ação em prol das Abelhas.

Voluntariado.

Educação Ambiental

Conhecer para proteger.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cutia

Dasyprocta azarae



AMEAÇAS: Caça e perda e fragmentação do hábitat (desmatamentos). É um dos mamíferos mais perseguidos pelos caçadores. A forma mais comum de caçá-las é através de armadilhas, uma caixa com comida (banana, geralmente) cuja tampa se fecha quando a cutia entra. Depois, ela é morta com uma espécie de espeto de ferro, introduzida pelas frestas da própria caixa que serve de armadilha.

DESCRIÇÃO:
 

Mede de 50 a 60cm e pesa de 1 a 3 kg. A cauda é rudimentar como na capivara. A coloração geral é marrom-avermelhada, sendo o lado ventral mais claro. A região próxima à cauda é mais avermelhada. Os membros dianteiros são curtos e têm cinco dedos providos de fortes unhas. Os posteriores são longos e tem três dedos também com fortes unhas. O membro posterior alongado auxilia a cutia a pular.



ALIMENTAÇÃO: 
Herbívora alimenta-se de frutos tais como bacupari (Rheedia gardneriana), cambucá, palmito, ingá entre outros, e talos de palmito jovem. Este animal pode estocar um grande número de frutos, enterrando-os para alimentação posterior, assim acaba por esquecer parte deles, que, desta forma, acabam germinando, o que faz desse animal um ótimo dispersor da floresta. 

REPRODUÇÃO: 
Atinge a maturidade sexual com 1 ano e tem de 2 a 3 filhotes. 

OBSERVAÇÕES: 
A cutia vive em regiões com floresta densa, ou em matas ralas. Ocorre também no cerrado. É mais ativa durante as horas crepusculares, apesar de poder ser vista durante o dia em regiões onde não sofre perseguições. Procura como abrigo tocas que constrói em barrancos, ocos de árvores caídas e sob raízes. Vive praticamente solitária e quando pressente algum perigo costuma ficar parada, tentando passar despercebida. Ao comer, a cutia costuma segurar o alimento com as patas dianteiras, ficando sentada sobre as patas traseiras. Este hábito de usar os membros na alimentação é bastante comum entre os roedores. 

Citação

Dasyprocta azarae - Instituto Rã-bugio para Conservação da ...


www.ra-bugio.org.br/ver_especie.php?id=53



CUTIA Dasyprocta azarae. Foto: Germano Woehl Jr. Na natureza, na RPPN Santuário Rã-bugio, em Guaramirim, SC. AMEAÇAS: Caça e perda e fragmentação ...
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BICHOS DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 20


Fotos realizadas pelo autor do Blog.





segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Beija-flor-de-veste-verde

Anthracothorax viridigula Boddaert, 1783.

FAMILIA TROCHILIDAE
SUBFAMILIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Anthracothorax - do grego anthrax, anthrakos = carvão, tição + tórax = peito tórax.
viridigula - do latim viridis = verde + gula = garganta, goela.
Citação - Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch.


MACHO - JOVEM
Foto gentilmente cedida por Anselmo dAffonseca, feita no Rio Solimões (próximo ao Lago Catalão), Manaus-AM, feita em 03.07.2011. É uma das mais bem avaliadas, da espécie no Wikiaves.


Outros nomes populares: Beija-flor-garganta-listra-verde e e beija-flor-garganta-verde.

Distribuição geográfica: Venezuela, Guianas, Brasil (no Amazonas, Pará, Amapá, Marajó e Maranhão).

Caracteristicas: Comprimento 125 mm. Asa 72. Cauda 40. Bico 27. Peso 7g. Temp. 42ºC. Peso e medida dos ovos: 0,65g. 17 x 9,5. Vib. asa 30 p.s.
Dimorfismo sexual muito diferenciado.

Habitat: Floresta da hiléia nas imediações da savana e cerrado, onde nidifica.

Migração: Pequena migratória.

FEMEA - FILHOTE
Estas 3 fotos da sequência foram gentilmente cedidas por Michel Giraud Audine, feitas na Guiana Francesa (fora do Brasil/EX)  

Descrição: Lado dorsal verde-bronzeado-brilhante, supra-caudais e uropígio, verde-bronze-dourado. Retrizes centrais negro-aço. Retrizes laterais castanho-avermelhado terminado em azul-escuro, com ponta branca. Garganta verde-esmeralda-brilhante. Peito e barriga negro -veludo, com flancos verde-brilhante. Femea tendo o lado ventral branco, flancos verdes e na parte central com uma listra negra. A Parte dorsal é mais clara no macho.

FEMEA - NINHO
Estas duas fotos foram gentilmente cedida  por Danilo Almeida, feitas em um povoado, com nome de Santa Maria do Tapará, em Santarém-PA, Bioma Predominante da Amazônia Várzeas de Monte Alegre)

Biótopos para nidificação, banho, canto, parada nupcial, descanso e dormir.
O ninho é do terceiro tipo da Classificação A. Ruschi, e se assemelha as demais espécies do mesmo gênero, sendo ricamente ornamentando com liquens. É fixado em ramo horizontal de arbusto ou árvore e muito comum em bambu, a altura variável de dois a dez metros do solo. A incubação é de 14-15 dias e os jovens deixam o ao vinte dias de idade. A parada nupcial é mais destacada na fase de exibição de plumagem, quando a cauda é aberta durante o voo ao redor e frente a femea. O canto é muito pouco perceptível, pois o som emitido é muito surdo e serrilhado, parecendo o zumbido de um inseto cerambicideo, quando seguro na mão. tem assovios, mas estes são de tonalidades grave. O banho é mais frequente em respingos e nas folhas úmidas de orvalho, na parte da manhã, e mais raramente em poças de agua e dos córregos e rios. O pouso de descanso e dormir é feito em local abrigado. As flores preferidas são das famílias: leguminosas, voquisiaceas, bignoniáceas, bombacáceas, malváceas e outras rubiáceas em que se destaca a Genipa americana, onde muitas especies de beija-flores frequenta,m aos mesmo tempo, e travam constantes lutas pela invasão do território ou área de cada indidividuo. O reconhecimento desta especie no campo , em voo ou no pouso é facilitada pela coloração ou pelo seu ruido do canto surdo e grave, emitido durante o voo.
Citação:  Aves do Brasil -  Beija-flores - Augusto Ruschi.

BEIJA-FLORES DO BRASIL  - NUMERO 20

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Pau-Brasil - Parte 2 - Madeira


Caesalpinia echinata Lam.

Madeira - Muito pesada, dura, compacta, muito resistente, de textura fina, incorruptível, com alburno pouco espesso e diferenciado do cerne.

Citação: ÁRVORES BRASILEIRAS, VOLUME 1 - Harri Lorenzi.


O que é a madeira?

    A madeira, do ponto de vista anatômico, é denominada xilema secundário, sendo constituída por um conjunto heterogêneo de diferentes tipos celulares com propriedades específicas. As células que formam a madeira são adaptadas para desempenhar funções como condução de líquidos, transformação, armazenamento e transporte de substâncias nutritivas, além da sustentação do vegetal.
    A condução ascendente de líquidos na madeira é feita através de vasos constituídos por elementos de vaso que se sobrepõem. São verdadeiros "tubos" por onde circulam líquidos no sentido raízes-folhas. A quantidade, tamanho, arranjo e agrupamento dos vasos têm papel importante na eficiência do transporte de água e interferem nas propriedades da madeira como matéria prima.
   O armazenamento de substâncias na madeira é feito principalmente no tecido denominado parênquima axial. As células do parênquima apresentam paredes mais finas e dimensões menores, quando comparadas aos elementos de vaso. Existem diferentes tipos de parênquima axial, que podem ser divididos em três grupos principais: paratraqueal - com células distribuídas ao redor dos vasos, apotraqueal - com células distribuídas entre as fibras e sem contato direto com os vasos e em faixas, que variam quanto à largura. 
    As funções de armazenamento, transformação e condução transversal de substâncias nutritivas são realizadas nos raios. Estes se estendem desde a casca até a região central do tronco.
    Além de vasos, parênquima axial e raios, a madeira é formada por fibras que se distribuem longitudinalmente no tronco e desempenham a função de sustentação. As fibras são células alongadas, de extremidades afiladas com paredes que variam quanto à espessura. 
   Elementos de vaso, parênquima axial e fibras dispõem-se horizontalmente. A madeira é originada a partir de um tecido com capacidade multiplicativa (meristemático) denominado câmbio vascular. Este tecido origina novas células que se dividem e se diferenciam, formando para o interior da árvore os componentes do xilema secundário (ou madeira) e para o exterior as células que formam o floema secundário.
   O floema é o tecido responsável pela condução de substâncias foto assimiladas produzidas nas folhas, que descem pelo tronco em direção as raízes. Detalhes sobre a atividade cambial, a formação e diferenciação do xilema e do floema serão apresentados adiante.

Para maiores informações veja pag.135, do Livro Pau - Brasil da semente à madeira.

CITAÇÃO: PAU - BRASIL DA SEMENTE À MADEIRA - GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO - SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO DE BOTÂNICA.


Material encontra-se exposto na Secretária de Meio Ambiente de Arceburgo/MG.





segunda-feira, 31 de julho de 2017

GARÇA-BRANCA-GRANDE

Ardea alba


Comum, de ocorrência ampla em brejos e na beira de qualquer corpo d'água; mais numerosa no Pantanal. Olho amarelo, bico amarelo-vivo, loros verde-amarelados, pernas pretas. Adulto branco. Na reprodução, loros mais verdes, aigrettes longas e etéreas nas costas e na frente do pescoço. Jovem com bico amarelo com ponta escura. Grande, esguia, de pescoço muito longo. Compare com garça-branca-pequena, menor, de bico e pernas pretos e pés amarelos; também com garça-azul jovem, de bico bicolor e pernas esverdeadas. tem comportamento alimentar semelhante ao da garça-moura, mas é mais gregária; onde o alimento é abundante, juntam-se grupos com centenas de indivíduos. Seu voo é tranquilo, com batidas de asas amplas e pausadas. Aninha em ninhais, frequente com outras garças. Em geral quieta, ao assustar-se voa com um "ãhhrrr" grave e gutural, como fazem também as Egretta. No ninhal, costuma produzir um som semelhante ao grunhido de um porco.


CITAÇÃO: AVES DO BRASIL PANTANAL & CERRADO - WILDLIFE CONSERVATION SOCIETY- JOHN A. GWYNNE, ROBERT S. RIDGELY, GUY TUDOR, MARTHA ARGEL


AVES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 24

segunda-feira, 24 de julho de 2017

CACAU

Nome Científico: Theobroma cacao


Nomes Populares - cacaueiro, cacau, cacau-verdadeiro



Características morfológicas - Altura de 4-6 m, com tronco de 20-30 cm de diâmetro. Folhas simples, pendentes, cartáceas, de 15-25 cm de comprimento, com pecíolo de 1-3 cm. Fruto baga elipsoide.




Ocorrência - Toda a região Amazônica, na mata alta de terra firme.





Madeira - Leve, mole, textura média, pouco resistente, pouco durável quando exposta às intempéries.




Utilidade - A madeira tem aplicação apenas localmente para lenha e carvão. Os frutos são comestíveis, tanto in natura como industrializado; na forma in natura é consumido sua polpa e utilizado para preparos de refrescos, licores e chocolate caseiro. Seu principal valor está nas castanhas (sementes), transformadas industrialmente no chocolate e consumido em todo o mundo. É largamente cultivado em plantações comerciais na região Amazônica e na Bahia. O Brasil é o maior produtor mundial de cacau, o qual é exportado na forma de amêndoas secas.




Informações ecológicas - Planta perenifólia, mesófita, característica do sub-bosque da floresta pluvial amazônica. Apresenta dispersão preferencialmente em terrenos profundos, úmidos e férteis. Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis. 





Fenologia - Floresce duas vezes ao ano, porém com maior intensidade em dezembro-abril. A maturação dos frutos também ocorre em duas épocas do ano, porém principalmente no período de abril-setembro.




Obtenção de sementes - Colher os frutos diariamente da árvore quando maduros. Em seguida cobri-los manualmente e retirar as sementes. Estas devem ser diretamente semeadas, sem a necessidade de retirar o arilo que as envolve. Entretanto, caso deseja-se armazená-las ou remetê-las para outro local, é conveniente lavá-las em água corrente e secá-las à sombra. Uma outra alternativa é remeter os próprios frutos inteiros, devido à curta viabilidade das sementes (15 dias). Um quilograma de sementes contém aproximadamente 115 unidades.




Produção de mudas - As sementes devem ser postas para germinação logo que colhidas e sem nenhum tratamento, uma vez que iniciam a germinação três dias após a retirada do fruto da árvore. Semeá-las diretamente em recipientes individuais mantidos em ambientes sombreado e contendo solo argiloso enriquecido de matéria orgânica; cobri-las com uma camada de 0,5 cm do substrato peneirado. A emergência ocorre em menos de uma semana, e a taxa de germinação geralmente é elevada para sementes frescas.


CITAÇÃO: ÁRVORES BRASILEIRAS - MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO E CULTIVO DE PLANTAS ARBÓREAS NATIVAS DO BRASIL - VOL.01 - HARRI LORENZI



Exemplar plantado no Parque ambiental. Espécie que introduzimos aqui.

ÁRVORES DE ARCEBURGO/MG - NUMERO 26


FRUTAS DE ARCEBURGO/MG  -   NUMERO 10

I


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Sensor de descarga elétrica - Fazenda Cachoeira - Arceburgo/MG.

Pedro Leite da Silva Dias.
Maria Assunção Faus da Silva Dias.

Este instrumento faz parte de uma rede internacional que consta de centenas de equipamentos semelhantes em todos os continentes.


Equipamento que tem a precisão de detectar a cada minuto, numa distancia de 300 quilômetros, onde ocorrem estes fenômenos.
Faz parte de estudos de monitoramento da USP, unidade de São Paulo/SP, do Instituto de  Astronomia Geofísica e Ciências atmosféricas.






quarta-feira, 19 de julho de 2017

Beija-flor-de-papo-branco

Leucochloris albicollis Vieillot, 1818.

Gênero LEUCOCHLORIS Reichenbach

MACHO - BRIGANDO

Foto gentilmente cedida para esta postagem por Marco Guedes, feita na Reserva Guainumbi, São Luiz do Paraitinga-SP, feita em 04.09.2009.
Observação do autor: Esta briga, infelizmente, foi letal para o perdedor.

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil, do Rio Grande do Sul ao Espirito Santo, inclusive o Sul de Minas Gerais.

Características: Medidas: comprimento 103 mm. Asa 61. Cauda 35. Bico 24. Peso 5,0g Vibração de asa 31 p.s Peso e medida dos ovos: 0,60g. 16 x 8,8mm. Temperatura 42° C.
Dimorfismo sexual pouco diferenciado.

Habitat: Vive nas florestas e scrub. Frequenta os jardins e pomares de altitude superiores a 600m.



Foto gentilmente cedida para esta postagem por Demis Bucci, feita na Reserva Guainumbi, São Luiz do Paraitinga-SP, em 20.08.2011.
Observação do autor: Foto feita com dois flashes, agradeço ao Luiz Rondini por emprestar o 2º flash e ao Luciano Monferrari por ficar na chuva segurando ele rs... 

Em um super encontro comemorando meu aniversário: Luiz Rondini, Tomaz Mello, Eduardo Veríssimo, Monferrari e esposa, Humberto Marques e família, JM e Adri, Rafa e Elis, Josiel e é claro minha esposa querida :

Migração: Pequena migratória.

Descrição: Lado dorsal verde-bronzeado brilhante; retrizes laterais enegrecidas, com pouco esverdeado e a extremidade com acentuada faixa branca. Lado ventral com mento verde, tendo essas penas bordos brancos; garganta com grande macula oval branca; infracaudais brancas, com um disco negro ao centro. Bico com maxila negra e mandibula vermelha com ponta enegrecida. Fêmea semelhante, com coloração mais enegrecida. 
Comportamento e biótopos para nidificação, banho e canto, descanso, parada nupcial e dormir.
É solitária, sendo frequente encontrar-se na flores da lobeliácea, Lobelia urocroma, nos lugares úmidos das pedreiras e alagadiços. Nos jardins e pomares visita flores de citrus, Malvaviscus, Abutilon, Salvia et. Nidificação, postura, incubação e cuidados com a prole a cargo da femea. A parada nupcial é rica de movimentos em voo, com o abrir da cauda em leque e revolteios ao redor da fêmea , que na fase de exibição de plumagem acompanha os movimentos com canto surdo e raros assovios. Nos paroxismo, o macho se acerca da fêmea e faz movimentos com a cabeça e bico, abrindo as asas, ameaçando agressão  e movimentando as penas do mento e garganta, ao mesmo tempo em que produz um chilreado pouco sonoro e baixo. Em seguida é aceito pela fêmea. O ninho é do terceiro tipo de classificação de A.Ruschi, sendo ornamentado externamente com líquenes, fixado por teia de aracnidios. A incubação dura 14 dias e os jovens deixam o ninho em 20-22 dias. O banho é tomado nas folhas ou flores  umedecidas pelo orvalho ou chuva e também nas poças de água límpida dos córregos e de respingos de cascatinhas ou corredeiras, após o que vão pousar num ramo para higiene da plumagem. Também o banho de sol é realizado em pouso ao aberto e a posição da cauda aberta, com a cabeça virada para o alto expondo o mento e garganta, cerrando os olhos e mantendo as penas eriçadas da parte dorsal, a fim de os raios solares penetrarem. Assim permanece por dez minutos ou mais, repetindo várias vezes ao dia. Também nesse pouso ou em outro local entremeado de sombra costuma emitir seu canto. Este é um chilreado que dura de 4 a 7 segundos, seguidos de alguns agudos com certa melodia, para novamente voltar ao chilreado. esse canto se prolonga por até 30 minutos. O dormir é idêntico ao de outras espécies, em lugar protegido do scrub, mantendo a posição normal de pouso, com plumagem dorsal eriçada.

NINHO - CHOCANDO
Foto gentilmente cedida para esta postagem por Vitor Herdy, feita em PARNA Caparaó, Alto Caparaó-MG, em 07.12.2012.

Reconhecimento em seu habitat: Essa especie é reconhecida facilmente porque tem o peito com a mácula oval branca, circundada de verde.
Citação: Aves do Brasil - Augusto Ruschi - Beija-flores - Volume V.


MACHO - ADULTO
Foto gentilmente cedida para esta postagem por Constantino Melo, feita em são Luiz do Paraitinga-SP, em 21.10.2010. 



FAMÍLIA TROCHILIDAE
SUBFAMÍLIA TROCHILINAE
Ordem Trochiliformes

Etimologia: 
Leucochloris - do grego leukos = branco + khloros = verde,
albicollis = do latim albus = branco + collis = pescoço, garganta (collus ou collum, colli = o pescoço).
Citação: Aves Brasileiras - Johan, Christian Dalgas Frisch

JOVEM
Foto gentilmente cedida para esta postagem por Daniel Brazil, feita em Campos do Jordão-SP, em 31.05.2013.

Estas fotos estão no Wikiaves, e estão entre as mais bem avaliadas da espécie.

BEIJA FLORES DO BRASIL - NUMERO 19

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Escrituras Rupestres do Complexo da Zilda

CARRANCAS/MG


   Situadas à margem esquerda do Córrego Capivari, as Escrituras Rupestres do Complexo da Zilda constituem o único sítio arqueológico conhecido no município de Carrancas - MG, apresentando um conjunto gráfico rupestre exclusivamente realizado a partir da técnica de pintura.
 

 Feitas de tinta aplicada com bloco ( como giz) ou corante ressecado, pequenos frisos com carvão e manchas não definidas, é possível traçar semelhanças entre as figurações rupestres do Complexo da Zilda com demais sítios identificados na região do Sul de Minas, cujas atribuições estilísticas vertem para a Tradição de São Francisco.
   Embora restrito, ete sítio é extremamente relevante para entendimento do contexto de ocupação pré-histórica em escala meso e macro regional e sua preservação é fundamental.
   O Sítio Arqueológico das Escrituras Rupestres do Complexo da Zilda possui tombamento municipal, pelo Decreto nº 1058 de 13 de setembro de 2006.
  

 O tombamento foi ratificado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural de Carrancas e homologado pelo Decreto 1.526/2014. O Processo de tombamento atendeu às exigências de um TAC firmado com o Ministério Público e foi apresentado e aprovado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais- IEPHA-MG, em 2015.
   Respeite e valorize o nosso patrimônio natural e cultural. Contrate um condutor local nos receptivos turísticos e conheça a História de Carrancas!


CARRANCAS/MG
 O Município de Carrancas encontra-se na região sul do Estado de Minas Gerais, onde se destacam quatro principais serra ( Serra de Carrancas, Serra da Chapada das Perdizes, Serra do Moleque e Serra das Bicas) responsáveis pelos inúmeros mananciais que abastecem a cabeceira do Rio Grande e que ao longo de milhões de anos foram moldando todo terreno criando inúmeras grutas, cânions e cachoeiras.
   Sua posição geográfica determinou seu crescimento e o rumo de sua história.
   Em meio ao ciclo do ouro, bandeirantes paulistas da capital e de Taubaté, grandes rivais na disputa pelas terras e pelo ouro que nelas continham, se encontraram às margens do Rio Grande por volta de 1720 e juntos instalaram-se nas terras onde hoje está situado o Município de Carrancas. Empolgados com o potencial fértil de suas terras e com o ouro nela existente decidiram conquistar o local, iniciando um povoado com suas famílias, escravos e amigos. Em 1721 foi edificada uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição ficando então conhecido o lugar como Nossa Senhora do Rio Grande.
   e por estar no antigo caminho utilizado para o escoamento do ouro em Minas Gerais até o porto de Paraty-RJ, Carrancas se encontra hoje integrada ao circuito Estrada Real.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Estação Meteorologica - Fazenda Cachoeira - Arceburgo/MG.

Pedro Leite da Silva Dias.
Maria Assunção Faus da Silva Dias.


Registra as seguintes informações:

-Temperatura
-Umidade do Ar.
-Velocidade do vento.
-Pressão atmosférica.
- Pluviômetro.


Para acessar informações diárias clique:
https://www.myacurite.com/#/charts/hubs/233904/devices/233957/timespans/today


Informações colhidas ontem a tarde.